No painel de maravilhas da PAX deste ano, o criador de Bayonetta, Hideki Kamiya, disse que uma das maneiras de sua equipe desenvolver uma ideia, é através de uma estratégia chamada de "quebrar e construir". Ele explicou o que é que esse termo significa: refere-se a construção de uma ideia, até que algo legal venha com ele, e depois reconstruir essa ideia até que se torne algo ainda mais legal. Este processo se repete até que a equipe de desenvolvimento chegue a um nível satisfatório com uma ideia. 

É difícil pensar de onde veio a inspiração para Bayonetta 2, mas é claro que passou pelo processo "quebrar e construir". Além disso, um dos traços característicos dos jogos que Kamiya cria, são fazer um espetáculo visual, e Bayonetta 2 não decepciona. E assim como com o Zelda: Wind Waker HD e outros jogos para Wii U, a demo do jogo estava disponível na PAX Prime.

A primeira parte da demo, ocorre em cima de um F-22 Raptor, onde Bayonetta está lutando contra alguns inimigos. Nessa parte, você tem que ir para cima para saltar, para trás para fugir e tocar na tela para atacar os inimigos. Se você acumular energia suficiente, você pode desencadear um Umbran Climax, ativando um botão que aparece na tela.

Simplificando, esse toque parecia ser construído para um público que gostaria de uma maneira mais fácil de jogar, sem arruinar o combate característico do jogo. Houve, no entanto, muito mais satisfação nos tradicionais estilos e controles. Por exemplo, a combinação Chicote/Espada mudou (essas são algumas das opções de armas da Bayonetta), você pode atacar com o Chicote usando somente X.

O botão L também pode ser usado para ativar o Umbran
 Climax, enquanto o R ativa o comando evade. Para X, B e A foram atribuídos ataques. Y foi reservado para saltar.


Por um determinado período de tempo, o Umbran Climax, faz com que seu ataque fique bem mais forte. O chicote, por exemplo, atinge qualquer inimigo que ousar se aproximar e se você conseguir lançá-los no ar, você pode mudar rapidamente para suas armas e se defender deles no ar, em um estilo Devil May Cry. Tudo isso acontece muito rapidamente, e cada ataque é bem preciso graças à resolução de 1080p que não faz você se sentir confuso e nem te dá a impressão de que muita coisa acontecendo na tela ao mesmo tempo.

Witch Time também está de volta e com força total, e não há nada mais gratificante do que entrar em câmera lenta e esmagar o inimigo com um chicote ou fura-lo com as balas das armas de Bayonetta. Os movimentos dela parecem ser todos coreografados para coincidir com a animação do inimigo que está enfrentando.


No geral, a sensação que é passada, é que Bayonetta 2 vai ser mais focado em combates e jogabilidade.

Fonte: Siliconera
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